Por que as redes sociais ganham tanta atenção em ano eleitoral?
Em anos de eleição, as redes sociais se tornam um dos principais espaços de debate político. Curtidas, comentários, compartilhamentos e vídeos influenciam opiniões e podem alcançar milhares de pessoas em poucos minutos.
Por isso, a Justiça Eleitoral acompanha de perto o uso dessas plataformas para evitar abusos, desinformação e práticas ilegais.
O que é permitido ao eleitor nas redes sociais?
O eleitor pode:
- Manifestar livremente sua opinião política.
- Apoiar candidatos ou partidos.
- Compartilhar conteúdos de campanha já divulgados oficialmente.
- Participar de debates e discussões políticas.
- Usar adesivos, filtros e hashtags digitais.
Essas manifestações fazem parte da liberdade de expressão e da participação democrática.
O que não é permitido?
Algumas condutas podem gerar problemas:
- Divulgar notícias falsas ou conteúdos manipulados.
- Ofender candidatos, partidos ou eleitores.
- Criar ou administrar perfis falsos para atacar ou promover alguém.
- Fazer propaganda eleitoral paga sem autorização.
- Compartilhar conteúdo impulsionado de forma irregular.
Dependendo do caso, o eleitor pode responder civil, eleitoral ou até criminalmente.
O que fazer antes de compartilhar um conteúdo?
- Verificar a fonte da informação.
- Desconfiar de mensagens sensacionalistas.
- Conferir se o conteúdo já foi desmentido.
- Evitar compartilhamentos por impulso.
Conclusão
O eleitor tem direito à opinião e à participação política, mas deve exercer esse direito com responsabilidade. Em 2026, informação correta e comportamento consciente fortalecem a democracia.